Após mais um acidente com morte registrado no último sábado (4) no trecho da duplicação da Avenida Minas Gerais, prolongamento da BR-376, no acesso ao Núcleo Habitacional Adriano Correia, moradores da região questionam sobre a segurança e a demora para a conclusão da obra no local. Além do "Adriano Correia", o trecho é utilizado diariamente por pessoas que vivem no Residencial Fariz Gebrim, Núcleo Habitacional Michel Soni, Recanto do Lago e Residencial Monte Sião, na saída para Curitiba.Com as obras de duplicação, iniciadas no ano passado, os moradores reclamam da insegurança, já que houve mudanças na pista. Há apenas uma faixa “subindo” a avenida em direção ao centro e uma “descendo” em direção aos bairros. Não há também acostamento para os pedestres. Desde então, o trecho é palco de inúmeros acidentes.Gilmaria Regina de Souza, de 35 anos, moradora do Residencial Fariz Gebrim, relata que a obra da duplicação está muito perigosa, pois não há um lugar apropriado para o pedestre transitar. "Aqui é muito perigoso, porque não tem lugar para o pedestre andar. Além disso, a obra não anda e fica empacada. Aqui temos que andar do lado de carro na rodovia. É muito perigoso para atravessar essa rua. Foram muitos acidentes já registrados aqui. As autoridades estão pensando só no motorista, porque para o pedestre eu não estou vendo nada sendo feito. Precisa de segurança enquanto a obra está sendo realizada e depois quando ela for entregue," pontuou a moradora.Gilmaria Regina de Souza, de 35 anos, moradora do Residencial Fariz Gebrim, relata que a obra da duplicação está muito perigosa, pois não há um lugar apropriado para o pedestre transitar. Informações tn on line


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